ProSub: conheça os detalhes do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil

ProSub: conheça os detalhes do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil

Presidente Lula e presidente galicismo, Emmanuel Macron, acompanharam a cerimônia de lançamento ao mar do submarino “Tonelero”, construído pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos

O terceiro Submarino Convencional com Propulsão Diesel-Elétrica (S-BR), totalmente construído no Brasil, foi batizado porquê “Tonelero” (S42) e lançado ao mar nesta quarta-feira, 27 de março, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da França, Emmanuel Macron, acompanharam a cerimônia, realizada no Multíplice Naval de Itaguaí.

O ato dá início à temporada dos testes de mergulho, última lanço antes da ingresso em operação da embarcação pela Marinha do Brasil. Dois outros submarinos construídos pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) — o Riachuelo (S40) e o Humaitá (S41) — já foram entregues e estão em operação.

O almirante de Esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, explica que o investimento no ProSub vai além da resguardo, gerando mais de 20 milénio empregos diretos e 40 milénio empregos indiretos. “O programa avança conforme planejado, representando não somente uma conquista tecnológica, mas também um impulso econômico significativo para o Brasil”, afirma Aguiar.

Ao todo, cinco embarcações serão feitas pelo ProSub: quatro S-BR e um Submarino Convencionalmente Armado com Propulsão Nuclear (SCPN), o primeiro desse tipo construído no Brasil. O SCPN é o principal objetivo do ProSub, programa criado em 2008, fruto de uma parceria estratégica entre o Brasil e a França, para a transferência de tecnologia na fabricação de embarcações, tal qual orçamento gira em torno de R$ 40 bilhões. Nesta quarta-feira serão apresentados registros dos avanços no desenvolvimento da vegetal de propulsão do SCPN brasiliano, denominado Álvaro Alberto.

Estruturado porquê um programa de desenvolvimento científico e tecnológico, o ProSub integra a capacitação de mão de obra especializada e o incentivo à indústria brasileira, porque prioriza a obtenção de componentes fabricados no país. Além da construção do primeiro SCPN, o programa envolve a instituição de uma infraestrutura industrial para concordar a operação dos submarinos — a qual engloba estaleiros, a Base Naval e a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM).

É o maior investimento em curso na Marinha e um dos principais programas estratégicos de Resguardo do país. O submarino com propulsão nuclear é um dispositivo naval que demanda o desenvolvimento de tecnologia para o projeto, a fabricação do seu reator e de toda a Vegetal Nuclear Embarcada (PNE). Para a PNE, existe o desenvolvimento de um protótipo em terreno, denominado Laboratório de Geração de Virilidade Nucleoelétrica (Labgene).

Hoje, o Labgene está construindo a seção onde o reator nuclear vai operar: o “conjunto 40”. Depois disso, o Laboratório será testado com vapor proveniente de uma caldeira tradicional (combustível fóssil) e, em seguida, será onusto o elemento combustível (nuclear), para que a PNE comece a produzir vontade nuclear. Todo oriente processo deve ser concluído em 2027.

IMPULSO À ECONOMIA — O ProSub gera um impacto socioeconômico significativo ao fabricar empregos diretos e indiretos: engenheiros, técnicos, fornecedores e prestadores de serviços, milhares de profissionais são envolvidos em todas as etapas da construção. Estima-se que todo o Programa gere em torno de 24 milénio empregos diretos e muro de 40 milénio indiretos, além de possibilitar o intercâmbio com muro de 20 universidades e instituições de pesquisa.

Esse impulso à economia lugar e pátrio é mormente visível em regiões diretamente impactadas pela construção, estimulando transacção, infraestrutura e desenvolvimento urbano. O ProSub ainda capacita e fomenta o desenvolvimento de uma força de trabalho altamente qualificada e especializada, contribuindo para o desenvolvimento de uma base industrial robusta muito porquê para a formação de profissionais altamente qualificados.

NOVO PAC — O Novo PAC, anunciado em agosto de 2023 pelo Governo Federalista, prevê R$ 52,2 bilhões em investimentos para a superfície da Resguardo. Deste totalidade, R$ 20,6 bi estão destinados à pesquisa, desenvolvimento e obtenção de equipamentos de grande porte da Marinha. Entre os programas estratégicos contemplados no eixo Resguardo do novo PAC estão o Programa Nuclear da Marinha (PMN) e o ProSub.

Os recursos destinados à Resguardo também serão utilizados para equipar o país com tecnologias de ponta e aumentar a capacidade de resguardo pátrio, além de fortalecer a Base Industrial de Resguardo (BID), gerando mais empregos e renda.

Atualmente, o setor representa muro de 5% do Resultado Interno Bruto (PIB) e gera 2,9 milhões de empregos, diretos e indiretos. O eixo Resguardo do PAC abrange projetos estratégicos para as Forças Armadas, porquê equipamentos navais, terrestres, aéreos e sistemas integradores.

Marinha do Brasil — Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub)

Por: Planalto