Papel das mulheres na Transformação Ecológica foi tema de debates em evento

Papel das mulheres na Transformação Ecológica foi tema de debates em evento

Encontro organizado pelo Ministério da Quinta reuniu mulheres de diversos ministérios e instituições para discutir políticas públicas para o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo do país

Em taxa para os debates do Dia Internacional da Mulher, em Brasília, o Ministério da Quinta realizou nesta segunda-feira (25/3) uma mesa de diálogos sobre o papel das mulheres na Transformação Ecológica, levando em conta o desenvolvimento econômico justo, sustentável e inclusivo do Brasil. O encontro reuniu mulheres de áreas estratégicas da economia, que trabalham em diferentes ministérios e instituições, com o objetivo de discutir as políticas públicas que se destinam a reduzir desigualdades de gênero e raça e contribuir para a Transformação Ecológica.

A assessora próprio do Ministério da Quinta, Fernanda Santiago, fez a buraco da mesa de debates e reforçou o objetivo da agenda. “A gente queria que o mês de março, o mês das mulheres, fosse um mês em que se falasse de trabalho, e a Transformação Ecológica é um espaço muito sugestivo para falar da mulher”, disse.

De consonância com Fernanda, a intenção é pensar um novo padrão de desenvolvimento econômico para a Transformação Ecológica. “Tem que ser um padrão inclusivo, em que se discuta as falhas em todos os outros ciclos de desenvolvimento que antecederam e que não incluíram a mulher. E zero é melhor do que falar e nos sentir presentes nesse espaço. Falar sobre isso neste mês que representa uma luta histórica”, afirmou.

Cristina Reis, subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável do MF, destacou que a agenda é um sinal de concretização da mudança e os debates são focados em dialogar sobre porquê as mulheres acreditam que a transformação ecológica pode combater as desigualdades.

“A Transformação Ecológica tem três principais objetivos: ocupação e renda, com aumento da produtividade, justiça ambiental e climática e a redução das desigualdades, em todas as suas formas, sejam de regiões, territoriais, em meio urbano, meio rústico, seja entre gêneros, raças ou classes. Sabemos que a dimensão da classe vem junto com a de gênero e com a dimensão étnico e racial, essas três estão entrelaçadas”, ressaltou Cristina.

Inclusão

A assessora próprio da Secretaria Executiva do MF, Carina Vitral, falou da influência de as mulheres ocuparem seus lugares de destaque na formulação de estratégias das políticas públicas. “Se você não faz políticas próprias para a inclusão produtiva das mulheres, para a inclusão econômica das mulheres, para a redução das desigualdades, não vai ter redução das desigualdades. E a Transformação Ecológica é a oportunidade para isso, porque é também o Ministério da Quinta dizendo que não vamos cuidar só da política fiscal, só da política monetária, vamos cuidar também do desenvolvimento de forma global e esse desenvolvimento precisa considerar as mulheres”, destacou.

A assessora reforçou o simbolismo do encontro para política, que majoritariamente é comandada por homens. “Uma vez que é simbólico também ter uma mesa enxurro de mulheres para discutir política pública num espaço de decisão e de poder. Portanto é para virar esses simbolismos que estamos fazendo essa reunião”, disse.

Carina ainda ressaltou que, com essa ação, o Ministério da Quinta afirma que as mulheres são importantes para a economia. “Cá tem mulheres em postos chaves da espaço econômica do governo, cá tem mulheres em locais importantes de tomada de decisão em ministérios fins do Governo Federalista. Cá tem mulheres comprometidas em postos-chave em organismos multilaterais que têm impulsionado essa agenda”, afirmou.

A subsecretária de Política Fiscal do Ministério da Quinta, Débora Freire, falou sobre os desafios enfrentados por uma mulher primeiro de ações da economia e ressaltou a influência da luta feminina por cargos estratégicos dentro das áreas de formulação de políticas públicas, principalmente no que diz saudação ao desenvolvimento inclusivo e sustentável para mourejar com a crise climática global.

A Política Vernáculo do Zelo foi um dos pontos destacados na mesa de debates pela secretária vernáculo de Cuidados e Família, Laís Abramo, que explicou os objetivos e a construção da iniciativa, reforçando a garantia dos direitos das mulheres.

A secretária-executiva do Parecer Vernáculo de Desenvolvimento Industrial, Verena Hitner, trouxe à tarifa a isenção de gênero, que está entre os princípios defendidos pela novidade Política Industrial brasileira.

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Por: Ministério da Quinta