MME defende eficiência Energética em Edifícios como um importante vetor de desenvolvimento

MME defende eficiência Energética em Edifícios como um importante vetor de desenvolvimento

 

Dados do Ministério de Minas e Virilidade (MME) apontam que o setor de edificações é responsável por quase 50% do consumo de vontade elétrica no Brasil, sendo fundamental adotar medidas que promovam o uso racional de recursos energéticos. Nesta quarta material da série, iremos abordar a Eficiência Energética em Edificações.

Considerando que somente a esfera federalista possui mais de 5 milénio edifícios distribuídos em mais de 900 municípios, sem considerar aqueles alugados,  a eficiência energética em edifícios públicos têm o potencial de transformar o mercado da eficiência energética de edificações  cenário vernáculo, impulsionada pela crescente preocupação com a sustentabilidade ambiental e a procura por redução de custos operacionais. No contexto do Selo Procel, foram concedidos 26 Selos Procel Edifica para prédios públicos, sendo 21 para a lanço de projeto e 5 para a lanço de instituição construída. O Selo Procel somente é facultado àquelas edificações que apresentam o melhor desempenho atribuído aos seus sistemas de condicionamento de ar, iluminação e nos materiais e componentes construtivos.

Nesse contexto, o Programa Pátrio de Conservação de Virilidade Elétrica (PROCEL) desempenha um papel crucial ao incentivar práticas e tecnologias que visam melhorar a eficiência energética em edifícios públicos. Uma das estratégias adotadas pelo PROCEL é a implementação de normas e regulamentações específicas para construções sustentáveis, incentivando a adoção de sistemas eficientes de iluminação, climatização e isolamento térmico, entre outros aspectos.

O MME, por meio do Procel e de ações de cooperação,promove a conscientização e capacitação de gestores e profissionais da extensão, buscando disseminar boas práticas e estimular a adoção de medidas de eficiência energética desde a tempo de projeto até a operação e manutenção dos edifícios. Isso inclui a utilização de equipamentos com Selo de eficiência energética e a implementação de sistemas de gestão energética, que contemplam o monitoramento do consumo de vontade e a implementação de ações de otimização.

“Os benefícios da eficiência energética em edifícios públicos vão além da economia de recursos financeiros. A redução do consumo de vontade elétrica contribui para a mitigação dos impactos ambientais, porquê a emissão de gases de efeito estufa, além de promover um envolvente mais confortável e saudável para os colaboradores dos edifícios”, observa o ministro de Minas e Virilidade, Alexandre Silveira.

Recentemente, foi incluída na Agenda Regulatória do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética, o CGIEE, o trabalho para a definição de índices mínimos de eficiencia para edificações, que será desenvolvido a partir de uma consistente estudo de impacto regulatório com projecto de implementação que deve detalhar as etapas, processo e infraestrutura necessária.

Apesar dos avanços conquistados, ainda existem desafios a serem enfrentados para ampliar a eficiência energética em edifícios públicos. Questões porquê a renovação do parque edificado, a adaptação de edificações antigas às novas normas de eficiência e a conscientização contínua dos usuários são aspectos que demandam atenção e investimentos contínuos.

A integração de políticas públicas, incentivos fiscais e parcerias entre governo, empresas e sociedade social se mostra principal para impulsionar a eficiência energética em edifícios públicos e obter os objetivos de sustentabilidade e redução de impactos ambientais.

Por: Ministério de Minas e Virilidade (MME)